Versatilidade da cebola traz benefícios à culinária e, principalmente, à saúde

Versatilidade da cebola traz benefícios à culinária e, principalmente, à saúde

CebolaTempero mais popular do mundo, a cebola é um dos ingredientes mais importantes na culinária mundial ao lado do tomate e da batata. O alimento cultivado desde os tempos pré-históricos é a dica de compra da Seção de Economia e Desenvolvimento (SEDES) da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP) para esta quarta semana do mês de junho.

Originária da Ásia, a cebola é um alimento rico em diversos nutrientes. É perfeita para incluirmos em dietas, seja para emagrecimento ou por uma questão de cuidado com a saúde. Além disso, consumir cebola também nos oferece a sensação de saciedade. A cebola é ideal para gestantes, pois seu alto teor de folatos (ácidos fólicos e sais) ajuda no crescimento e bom desenvolvimento do feto nas primeiras semanas de gravidez.

O “choro” causado pela cebola durante o manuseio dela na cozinha ocorre devido uma substância chamada ácido sulfúrico que ao entrar em contato com os olhos, irrita e faz lacrimejar.

Outra curiosidade é que na Antiguidade os faraós eram enterrados com cebolas, pois era considerado um sinal de eternidade. Já na Idade Média, a cebola era utilizada como moeda de troca.

Este importante alimento que está sempre presente na mesa dos brasileiros é ofertado durante o ano todo, mesmo com o ápice de sua safra sendo entre os meses de setembro e março.

Em 2015, 67.389 toneladas de cebola abasteceram os armazéns do Entreposto Terminal São Paulo (ETSP). Os volumes que adentram a unidade da CEAGESP na capital vieram, principalmente, de Cristalina/GO, Piedade/SP, Aurora/SC, Ituporanga/SC, Alfredo Wagner/SC, Monte Alto/SP e São José do Norte/RS. No dia 20 de junho, a cebola foi comercializada no ETSP pelo preço de R$ 2,31 o quilo no atacado.

Além de ser utilizada como tempero, a cebola é ótima para a elaboração de variados pratos, como sopas, suflês, patês e purês.

Batata doce rosada contribui para aumento de massa corporal

Batata doce rosada contribui para aumento de massa corporal

Batata_doceA batata doce rosada é o produto indicado da semana pela Seção de Economia e Desenvolvimento (SEDES) da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP). Esse alimento de elevado valor nutricional é fonte de carboidratos prediletos dos praticantes de musculação, especialmente, dos fisiculturistas, pois é ótimo para o aumento da massa corporal.

A preferência pela batata doce rosada por este público está diretamente relacionada ao seu baixo índice glicêmico, o que faz com que a sua absorção pelo organismo é mais lenta, liberando gradualmente a glicose na corrente sanguínea e sem estimular muito a insulina, hormônio responsável pelo aumento da fome e pelo acúmulo de gorduras.

O tubérculo cresce sem exigir cuidados especiais para o cultivo. Pode ser cultivada em locais de climas diversos, como o das Cordilheiras dos Andes, em regiões de clima tropical, como o da Amazônia, temperado, como no do Rio Grande do Sul e até desértico, como o da costa do Pacífico.

Originária da América Central, a batata doce rosada é muito apreciada no norte e nordeste do Brasil. Em 2015, o Entreposto Terminal São Paulo recebeu 57.155 toneladas do produto. Piedade, município do interior paulista, respondeu por cerca de 65% desse total (37.249,26 ton.). Tapiraí, Duartina e Braúna, também de São Paulo, Ibirapuã e Teixeira de Freitas, cidades do extremo sul baiano, completam a lista dos principais abastecedores.

A batata doce rosada tem melhores ofertas de compra entre os meses de junho a outubro. No dia 24/6, ela foi vendida no atacado pelo preço de R$ 2,32 o quilo.

O sabor adocicado da batata doce rosada combina com canela, mel, coco e noz-moscada. Na gastronomia ela pode substituir a batata-inglesa em pratos como sopa, bacalhoada, purê e salada.

 

Indicador de preço dos alimentos da Ceagesp sobe 14,31% em 2015

Indicador de preço dos alimentos da Ceagesp sobe 14,31% em 2015

CEAGESP

O Índice Ceagesp acumulou alta de 14,31% em 2015. Mesmo com a queda de 0,62% nas cotações em dezembro, o indicador de preço dos alimentos (frutas, legumes, verduras, pescados e diversos) no atacado registrou elevação acima da inflação oficial de 2015, que ficou em 10,67%.

Conforme a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), o ano de 2015 foi bastante complicado para o abastecimento de hortifrutícolas. Escassez de água, alta do dólar, greve de caminhoneiros, temperaturas elevadas, excesso de chuvas nas regiões produtoras, entre outros aspectos, prejudicaram o planejamento, a qualidade e o volume ofertado de hortifrutícolas ao longo do ano.

“Logo no início de 2015, produtores das regiões abastecidas pelo Alto Tietê e Cantareira em São Paulo viveram um dilema em relação ao investimento na produção em razão da restrição de água para irrigação”, diz a Ceagesp, em comunicado. Assim, além das habituais condições climáticas adversas deste período, houve diminuição da produção, acarretando elevações mais acentuadas nos preços do primeiro bimestre, principalmente nos setores de legumes everduras.
A variação cambial também influenciou o volume ofertado e os preços, principalmente no setor de frutas, onde os importados representam cerca de 20% do total comercializado. O dólar mais elevado faz diminuir o volume de importações e puxa os preços para cima. Com a queda do real, o produto nacional fica mais competitivo, aumentando as exportações. “Ambas as situações refletiram em queda do volume ofertado do produto nacional do mercado interno”, revela.

As chuvas no segundo semestre, que melhoraram o nível das represas no Sul e Sudeste, foram as mesmas que trouxeram diversos transtornos aos produtores rurais. As altas de preços, tradicionais nos períodos de verão, foram antecipadas e tiveram seu ápice durante os meses de outubro e novembro, períodos que historicamente registram redução dos preços.

Produtos com grande representatividade como tomate, batata, cebola, entre outros, registraram aumentos expressivos. “A cebola, apesar das inúmeras tentativas de recompor a oferta interna, por meio da importação procedente da Argentina, Holanda, Espanha, entre outros países, permaneceu com preços elevados durante praticamente todo o ano de 2015″, diz a Ceagesp.

A Ceagesp informa, ainda, que o primeiro trimestre de 2016 tem como principais características as frequentes chuvas e as altas temperaturas, situações altamente prejudiciais para a produção de hortaliças, notadamente as mais sensíveis.

Legumes e verduras deverão apresentar problemas na qualidade e diminuição do volume ofertado neste início de 2016. Somente em meados de março os preços deverão voltar aos níveis habituais e satisfatórios para os consumidores. “Até lá, a população deve consumir os produtos em safra e substituir os mais sensíveis por raízes e tubérculos, normalmente, mais resistentes”, recomenda a Ceagesp.

Em contrapartida, ao contrário de 2015, produtores de todo o país e, principalmente, da região Sudeste poderão planejar e investir na produção sem o receio de escassez de água para irrigação.

Fonte: Globo Rural

 

 

Clima instável prejudica safra do tomate no interior paulista

Clima instável prejudica safra do tomate no interior paulista

Em 2015, um dos frutos que mais recebeu destaque por sua alta no preço, foi o tomate. E, neste ano, novamente a fruta começa a chamar atenção pelo alto valor nas prateleiras, já que as situações climáticas nas principais cidades produtoras do país não facilitaram nem a produção, nem a colheita do fruto.

Na região de Itapeva (SP), por exemplo, que inclui o município que mais produz tomate no Brasil (Ribeirão Branco), o problema foi o calor da primavera e, em seguida, as chuvas de verão. “O calor adiantou o ciclo do tomate, que acabou escalonando a colheita. Além disso, as fortes chuvas também agravaram a situação, pois os tomates começaram a manchar e a perder a qualidade, o que diminuiu a oferta de mercado”, explica Renata Rozelli, pesquisadora de tomate do Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada.

Só no mês de dezembro do ano passado, choveu 324,4mm em Itapeva e, de acordo com a Climatempo, o El Niño influenciou essa alta quantidade. “As chuvas começaram junto com a primavera, quando começa a época chuvosa, mas aumentaram de intensidade e frequência em dezembro, devido à presença do fenômeno”, explica Alexandre Nascimento, meteorologista da Climatempo.

Ainda segundo o meteorologista, os efeitos do El Niño causaram danos aos frutos, elevaram os preços e até diminuíram a área plantada no Brasil. O fenômeno vai continuar atuando ao longo de 2016, “pelo menos até o início do inverno”. Com essa previsão, muitas incertezas rodeiam a safra do tomate deste ano, que ainda pode sofrer danos e ter o preço ainda mais inflacionado.

Nas primeiras semanas de janeiro, o valor cobrado pela caixa com 22 kg do fruto atingiu a média de R$ 114. Agora, devido a mudanças no mercado, como a diminuição da demanda, por exemplo, esse preço diminuiu um pouco. “Até sexta-feira da semana passada, dia 15, estava bem elevado, mas desde segunda-feira, dia 18, ele caiu mais da metade”, conta a pesquisadora Renata, explicando que essa queda após grande elevação costuma acontecer com frequência.

Leia a notícia na íntegra no site Cenário MT.

Fonte: Cenário MT

 

Os Benefícios da Lichia Para Saúde

Os Benefícios da Lichia Para Saúde

A Lichia é uma fruta da época, geralmente cultivada no verão. As Lichias são nativas da região tropical e subtropical e pertencem a família do soapberry. Lichia é uma fruta pequena, com uma pele de cor vermelha grossa por fora, porém a polpa é carnuda e branca por dentro. A Lichia é doce e suculenta e é geralmente consumida crua. Além de ser uma iguaria durante o verão e ajuda na hidratação do corpo devido ao seu alto teor de água. Então, Confira os Benefícios Nutricionais da Lichia Para Saúde.

Benefícios Nutricionais da Lichia: A Lichia fornece cerca de 65 calorias por 100 gramas do seu consumo. Ela é rica em carboidratos e fibras alimentares.Além disso, A Lichia é rica em varias vitaminas como a vitamina B (Riboflavina, Niacina, Vitamina B6 e folato), Vitamina C, e os Minerais como o Cálcio, Zinco, Ferro, Magnésio e Fósforo.

Benefícios da Lichia Para o Coração: A Lichia é rico em antioxidantes. Ela contém proantocianidinas, o que podem reduzir o mau colesterol LDL e aumenta o nível de HDL ( Bom colesterol). Além disso, A Lichia tem Propriedades anti-inflamatório que ajudam na redução da inflamação dos vasos sanguíneos. Tem também o Oligonol que ajuda na redução da gordura visceral. A coagulação do sangue também podem ser inibida pelo seu consumo da Lichia, Portanto Ajudam a reduzir as chances de problemas de coração.

Lichia Reduz a Pressão Arterial: A Lichia contém alta quantidade de Potássio. Portanto ele ajuda a contrabalançar os efeitos de sódio, que é responsável pelo aumento da pressão arterial. Os folatos, vitamina C e ferro são alguns dos compostos que podem baixar a pressão sanguínea.

Benefícios da Lichia Para a Pele: A Lichia é rica em Vitamina C. Ela rejuvenesce a pele e torna mais saudavel é radiante. A vitamina C é um antioxidante natural que protege contra agentes infecciosos e os radicais livres. Oligonal é um polifenol, que atua como um escudo entre a pele e com raios Ultra Violeta nocivos e, consequentemente, protege contra o câncer da pele. Ela também ajuda na redução da acne e pigmentação da pele. As Rugas são os primeiros sinais de envelhecimento, porém com o Consumo de Lichia ajudam a reduzir o surgimento.

Lichia Prevenir o Surgimento do Câncer: A Lichia é rico em flavonóides. Os flavonóides são úteis contra o câncer de mama é podem restringir o metabolismo das células cancerígenas. Flavonas, quercetina e campferol reduzir a multiplicação de células de câncer no corpo.

Lichia Melhora a Digestão: A Lichia é rica em Vitamina C que por sua vez, ajuda na eliminação de bactérias nocivas do intestino. Além disso A Lichia tem propriedades adstringentes é podem ser útil contra os vermes intestinais. Ela Também é rica em fibra alimentar, o que ajudam na manutenção de uma evacuação adequada.

Lichia Promove o Crescimento do Cabelo: A vitamina C, niacina e tiamina ajudam nos folículos do cabelo, nutrindo e fortalecendo. A circulação do sangue e o suprimento de oxigênio é aumentada pela ingestão desses nutrientes. Além disso, A Lichia é uma boa fonte em vitamina B que ajuda no crescimento do cabelo.

Outros Benefícios da Lichia Para Saúde

  • A Lichia é rica em Riboflavina, niacina, vitamina B6 e folato. Eles são compostos importantes para a formação de células vermelhas do sangue. Mesmo defeitos do tubo neural em bebês podem ser significativamente reduzido pela ingestão de folatos.
  • A Vitamina B da Lichia podem ser útil na melhoria da qualidade de unhas e auxiliares no seu crescimento constante.
  • A Lichia é Baixas em calorias é possuir um alto teor de fibras, Portando Ajudam na redução de peso.
10 ideias para uma decoração de Natal com fruta

10 ideias para uma decoração de Natal com fruta

Seja para decorar a árvore de Natal ou um recanto da sala, para preparar um centro de mesa ou enfeitar as janelas com uma coroa natalina… inspire-se nas cores e na beleza natural da fruta da época e crie enfeites de Natal únicos e originais.

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1. Laranjas & Limões

Os citrinos mais associados à época de Natal dão paladar e aroma à cozinha, mas também podem surpreender na decoração desta quadra. Além de poder utilizar laranjas e limões para criar coroas natalinas originais e perfumadas, esta fruta pode ainda servir para criar esferas decorativas, sendo espetada, juntamente com outros enfeites de Natal (pinhas, bolotas, folhas, pequenos objetos…) em bolas de esferovite.

 

 

2. Romã natalina

Romã natalícia

Quem diria que a romã daria um enfeite de Natal tão bonito? Além de já ser numa das cores que define a decoração de Natal, a romã pode facilmente ser transformada num bonito enfeite natalino – insira no seu topo uma argola circular, sobre a qual pode passar uma fita em veludo larga para suspender de um puxador de porta, da lareira ou até da própria árvore de Natal.

 

 

3. Castanhas, nozes, avelãs

Castanhas, nozes, avelãs 

Os frutos secos da época são realeza em qualquer mesa de Natal e na sua decoração também não ficam nada atrás! Utilize castanhas, nozes e avelãs nos arranjos que fizer para os centros de mesa, colados nas coroas, atados à árvore de Natal ou simplesmente dispostas num bonito frasco de vidro, atado com uma fita festiva.

 

 

4. Maçãs maravilhosas

Maçãs maravilhosas  

Não há combinação natalina mais apelativa para o sabor e para o olfato do que maçã e canela! Incorpore maçãs de cores diferentes nos centros de mesa de Natal, nas coroas natalinas, suspensas da árvore de Natal, de alguns ramos colocados num vaso alto ou das cadeiras, juntamente com um ramo de pinheiro e alguns paus de canela. Outra alternativa, pode utilizar maçãs, cobertas com brilhantes, como marcador de lugar na mesa de jantar para a ceia de Natal.

 

 

5. Clementinas e doces de Natal

Clementinas e doces de Natal 

Num frasco em vidro com tampa (ou sem, conforme a preferência e disponibilidade), misture clementinas pequenas com balas ou chocolates de Natal. Para um efeito duplo ou triplo, utilize dois ou três frascos de tamanhos diferentes – a combinação de cores festivas proporciona uma decoração de Natal perfeita para a cozinha, sala de jantar ou entrada.

 

 

6. Bagas vermelhas & velas

Bagas vermelhas & velas 

As bagas vermelhas são uma fruta muito versátil na decoração de Natal, podendo ser utilizadas em decorações suspensas, penduradas na árvore de Natal ou simplesmente a flutuar numa taça de vidro, acompanhadas de pequenas velas. O efeito final – com as velas já acesas – é deslumbrante e o ideal para colocar sobre a lareira, no centro da mesa ou sobre o peitoril de uma janela.

 

7. Laranjas luminosas

Laranjas luminosas 

Recheadas de vitamina C para combater as gripes de Inverno, depois de feito um delicioso sumo de laranja natural, aproveite esta fruta, retirando cuidadosamente a polpa do seu interior, até sobrar apenas a casca. Exponha as metades sobre um prato branco, prateado ou dourado e coloque uma pequena vela no centro de cada uma. Se quiser, pode decorá-las com cravinhos e/ou adicionar outros enfeites de Natal como paus de canela ou castanhas espalhadas pelo meio – depois acenda e delicie-se com as suas laranjas luminosas e perfumadas.

 

 

8. Peras perfeitas

Peras perfeitas 

Muitas vezes esquecidas, as peras são perfeitas para uma decoração de Natal com fruta – basta expô-las num bonito prato, juntamente com pinhas, alguns ramos de pinheiro e até bagas vermelhas. O mais difícil vai ser resistir a tão doce tentação…

 

 

9. Abóbora festiva

Abóbora festiva 

Embora o Halloween já tenha passado, as abóboras continuam a fazer-nos companhia nesta época do ano, por isso, utilize-as na decoração de Natal. Como? Pintando-as de branco, vermelho, verde, dourado ou prateado; recorte-as com motivos de Natal, iluminando-as por dentro com velas; torne-as glamorosas com a aplicação de brilhantes ou lantejoulas. Uma abóbora festiva pousada de cada lado da lareira vai criar uma decoração aconchegante e inesperada.

 

 

10. Morangos mágicos

Morangos mágicos  

Morangos combinam com decoração de Natal? Porque não! Simplesmente espalhados sobre a mesa com outros frutos da época ou dispostos num prato de vários andares com paus de canela, castanhas, nozes e avelãs, os morangos trazem vida e sabor enquanto enfeite natalino. Para um efeito ainda mais incrível, exponha tudo sobre uma camada de sal marinho, para simular um tapete de neve.

 

Estrangeiros aprendem técnicas e compartilham experiências sobre caju

Estrangeiros aprendem técnicas e compartilham experiências sobre caju

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Conhecimentos e técnicas desenvolvidas no Brasil, na produção de caju, estão se espalhando pelo mundo, levados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Há cinco anos, a empresa, em parceria com agências de cooperação, promove cursos sobre a cultura da fruta para técnicos de países da África, América Latina, América Central e Ásia.

Até o fim deste mês, 17 pesquisadores de Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Timor Leste, Venezuela e Colômbia participam, no Ceará, da quinta edição do Curso Internacional de Caju. Entre aulas teóricas e práticas, os técnicos têm contato com experiências brasileiras sobre sistemas de produção, controle de pragas, processamento industrial, melhoramento genético e outros processos.

Os países representados no curso têm diferentes experiências com caju. Moçambique já foi um dos principais produtores mundiais da fruta, na década de 1970, relembra o agrônomo Chadreque Nhanengue, do Instituto de Fomento do Caju (Incaju). À época, o país chegava a produzir 216 mil toneladas por ano. O processo de independência de Portugal, concluído em 1975, e a sequência de conflitos armados até a década de 1990 fizeram com que a cultura do caju definhasse. As populações deixaram as zonas rurais e oscajueiros foram abandonados. Surgiram pragas, doenças, e isso contribuiu para que a produção reduzisse para os níveis atuais, em torno de 80 mil toneladas por ano.

Segundo Nhanengue, a maior parte da castanha produzida é exportada in natura – apenas 30 mil toneladas da fruta passam por processamento primário em indústrias e a amêndoa é exportada. Iniciativas como o curso no Brasil são passos para ajudar o país a reestruturar a produção e o processamento do caju.

Processamento do caju

Ele ressalta que o setor familiar tem tido apoio do governo para processar o caju em pequenas unidades. Os agricultores se organizam em associações e têm alguns equipamentos para fazer o processamento local, mas isso ainda é incipiente. “Temos expectativas muito boas do curso internacional. Estamos numa interação com especialistas, e todos os ensinamentos serão úteis para replicarmos em Moçambique. Também vamos ver se conseguimos ajuda para dinamizar o processamento do caju e apoiar ainda mais os produtores”, enfatiza o agrônomo.

Na Colômbia, a cajucultura é um fenômeno recente e ainda não há produção expressiva. Segundo o agrônomo Daniel Gerardo Cayón, professor da Universidade Nacional da Colômbia, a fruta é produzida exclusivamente por agricultores familiares em algumas regiões secas do país. Inicialmente, o interesse do governo em incentivar a produção de caju tem o objetivo de apoiar esses agricultores, uma vez que uma das características do cajueiro é suportar bem climas secos e regimes irregulares de chuva. Além disso, outra intenção é substituir culturas ilícitas, principalmente a da coca.

“Queremos sair do curso com o compromisso de fazer um programa de estímulo inicial para que os pequenos agricultores possam plantar o caju. O governo está muito interessado em trocar as culturas ilícitas, e os agricultores que estão nessas culturas querem trocá-las por um cultivo legal”, de acordo com Cayón.

A transferência de conhecimento também tem uma via contrária. O coordenador do curso, Fábio Paiva, explica que o cajueiro, embora seja original do Brasil, está disseminado em vários países. Isso interessa ao banco de recursos genéticos da Embrapa. “Temos um banco de germoplasma com amostras de vários locais do Brasil, mas de poucos países. É importante que a Embrapa avalie novos materiais. As informações locais que os pesquisadores estrangeiros trazem também podem ser úteis ao programa de cajucultura do Brasil, pois a pesquisa hoje é universal”, destacou.

Produtores iniciam colheita da uva e ameixa em Porto Alegre

Produtores iniciam colheita da uva e ameixa em Porto Alegre

A solenidade realizada na tarde desta quarta-feira (07/01), na propriedade de Luciano Bertaco (Rua Beco Império, 602 – Vila Nova), em Porto Alegre, marcou o início da colheita da uva e da ameixa na capital. A expectativa, neste ano, segundo a Secretaria Municipal de Indústria de Comércio (SMIC), é que a safra chegue a 300 kg de uvas e 500 kg de ameixas.

A safra, segundo o produtor, deve ser boa. No entanto, Bertaco afirma que o ano de 2014 foi complicado para a produção de frutas, tendo em vista as grandes perdas na colheita do pêssego ocasionadas por fatores climáticos. O produtor cultiva dois hectares com uvas Niágara branca e rosada e francesa, além de 500 pés de ameixa. Também se soma a esta área a produção familiar em São Jerônimo.

No evento, estiveram presentes o chefe do escritório municipal da Emater/RS-Ascar em Porto Alegre, Luís Paulo Vieira Ramos, o presidente do Sindicato Rural, Cléber Vieira, o presidente da Câmara de Vereadores, Mauro Pinheiro, o secretário municipal de Indústria e Comércio, Humberto Goulart, o prefeito José Fortunatti, produtores, vereadores, autoridades e a rainha e as princesas da 24ª edição da Festa da Uva e Ameixa.

Durante a solenidade de abertura da safra, Bertaco também comentou sobre a necessidade de ampliação dos pontos de venda de frutas no centro da capital, enquanto outras autoridades destacaram a necessidade de aprovação do projeto que está na Câmara de Vereadores e que reinstitui a zona rural. Conforme Pinheiro, a matéria deverá ser aprovada ainda neste ano. “A zona rural é de vital importância para a manutenção da qualidade de vida em Porto Alegre”, ressaltou Luís Paulo Vieira Ramos.

Para escoar a safra das frutas de Porto Alegre, será promovida, a partir de sábado (10/01), a 24ª Festa da Uva e Ameixa, na Praça Nossa Senhora, de Belém Velho. A festa ocorrerá nos dias 10, 11, 17 e 18 de janeiro, das 9 às 20h. Também estão sendo comercializadas uvas e ameixas na Praça Parobé, ao lado do Largo Glênio Peres, de segunda a sextas-feiras, das 8h às 20h.

Fonte: Emater/RS Ascar

Mandioca: Retomada da produção mantém cotações em queda

Mandioca: Retomada da produção mantém cotações em queda

agricultura_mandiocaAs expressivas altas nos preços da mandioca entre 2012 e 2013 levaram ao aumento da área com a cultura em todas as regiões produtoras brasileiras, elevando a produção em 2014. Esse cenário, de modo geral, pressionou as cotações da raiz no ano passado, segundo pesquisadores do Cepea. Dentre os acompanhados pelo Cepea, São Paulo deve aumentar em 35% a produção, Mato Grosso do Sul, em 25,5%, Pernambuco, em 15,4%, Bahia, em 8,3%, Alagoas, em 5,9% e Paraná, em 5,4%, na comparação com 2013.

Já em Santa Catarina, o volume produzido deve cair 3% entre 2013 e 2014. Além disso, em boa parte do ano as condições climáticas foram propícias para o desenvolvimento das lavouras, bem como para o avanço da colheita. Deste modo, no geral, houve oferta suficiente de mandioca para atender a demanda industrial, seja das fecularias ou das farinheiras.

Fonte: Cepea

MDA divulga lista de produtos com direito a bônus na agricultura familiar

MDA divulga lista de produtos com direito a bônus na agricultura familiar

(Foto: Ed. Globo)O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) informou os 22 produtos que darão direito ao bônus para agricultores familiares com financiamento de custeio no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A bonificação é relativa às parcelas com vencimento entre 10 de janeiro e 9 de fevereiro de 2015. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (12/1).

Prevista no Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar, a bonificação é concedida quando os valores praticados no mercado estiverem abaixo daqueles definidos a cada ano/safra. A referência para o preço de mercado e o valor do bônus é o mês de dezembro de 2014.

Serão beneficiados produtores com culturas de açaí, babaçu (amêndoa), banana, borracha natural cultivada e natural extrativa, cacau (amêndoa), cana-de-açúcar, cebola, feijão, laranja, leite, manga, mangaba, maracujá, milho, pequi, piaçava (fibra), raiz de mandioca, sorgo, trigo, triticale e umbu.